Rodrigo
A sala fedida estava tomada pelo cheiro metálico de sangue, suor e medo. Um dos homens presos foi jogado na cadeira enferrujada bem no centro. Ele tremia, mas ainda assim mantinha o queixo erguido. Um soldado fiel ao demônio que eu estava caçando. Não por muito tempo.
— Onde está o Diego? — perguntei, a voz baixa, fria como lâmina antes do corte.
Ele apenas cuspiu no chão.
Dei o primeiro soco.
O estalo seco do osso partindo me fez sentir algo estranho… não remorso, mas um alívio gro