Rafael fechou a porta do apartamento atrás de si. O silêncio ainda tinha o perfume de Liandra espalhado pelos sofás e paredes, mas já não havia nada a decidir ali.
Ele cruzou o corredor até o elevador sem mudar o padrão de respiração. A mente trabalhava com dois blocos separados: o que já sabia e o que ainda precisava confirmar. O resto, alarmes, ansiedade, insultos, não entrava.
Enquanto descia, pegou o celular e abriu a conversa com Samuel.
“Fique na cidade. Acompanhe Liandra de forma d