Enquanto isso, a quilômetros dali, em Phoenix, Alice despertava de um sono inquieto.
O corpo ainda se recuperava, mas a alma… a alma começava a arder de novo.
Ela passara dias em silêncio, fugindo das lembranças, evitando até pensar em seu nome.
Mas agora algo dentro dela se erguia — uma força que vinha das entranhas, algo mais forte que o medo, mais profundo que a dor.
O relógio marcava quase meia-noite quando Alice empurrou o notebook e respirou fundo.
O quarto estava silencioso,