Liandra caminhava sem perceber o próprio destino.
Os passos a levavam sozinhos, guiados mais pelo instinto do que pela consciência.
Depois de horas de tensão, suor e sangue, o corpo finalmente começava a cobrar, mas o coração ainda pulsava em ritmo de alerta.
Os corredores do hospital eram frios, iluminados por luzes brancas e silenciosas.
Os espaços reservados às famílias e acompanhantes ficavam em uma ala lateral, com quartos simples e uma pequena sala de apoio.
Foi para lá que os pés d