O quarto da ala médica estava imerso em penumbra suave, cortada apenas pelo brilho tênue das runas de vigilância nos cantos do teto.
Susan respirava com dificuldade, os batimentos monitorados pulsando em ritmo regular. Mas por dentro, a mente era um redemoinho.
Sombras.
Gritos abafados.
O som de uma faca rompendo carne. O cheiro de sangue misturado ao perfume das roseiras. E então… O barulho seco de um corpo caindo no chão.
Mas não era só o jardim.
Era a cozinha de um apartamento antigo. O azul