A lareira crepitava suavemente, espalhando um calor reconfortante pela sala ornamentada com mármores frios, tapeçarias antigas e o aroma discreto de flores secas. Svetlana, impecável em seu vestido cinza perolado, revisava alguns relatórios sigilosos com um cálice de vinho tinto ao alcance da mão.
A porta se abriu com hesitação. Um de seus homens de confiança entrou, o rosto pálido, os olhos arregalados, como se tivesse acabado de ver a própria morte.
Svetlana ergueu os olhos lentamente. Coloco