A madrugada avançava lenta, e na mansão Rurik pairava um silêncio incômodo. Não de paz, mas da contenção de uma fera enjaulada.
A magia de Susan continuava pulsando através das paredes, como trovões abafados em um céu encoberto. Nenhum dos Lycans ousava se aproximar da porta do quarto; até mesmo os mais jovens da casa evitavam aquele corredor, farejando no ar o aviso invisível de que algo além de humano despertava lá dentro.
No salão principal, Dmitry ajustava o coldre no ombro, a expressão en