O sol da manhã esgueirava-se pelas frestas das cortinas pesadas, pintando o quarto com faixas pálidas de luz, mas para Mia e Bryan, a luz era apenas um lembrete do precipício em que se encontravam.
A névoa densa das memórias, impregnada de dor e da crueza das revelações de Bryan, ainda pairava sobre eles, um sudário invisível que pesava nos pulmões.
A vida inteira, desde o berço onde seus destinos se entrelaçaram com a marca lupina, tinha sido uma batalha. Agora, com a ferida aberta da noite an