No meio da noite, Ashborne acordou com um som que não vinha da terra.
Vinha do céu.
Um rugido metálico atravessou a cidade inteira, fazendo prédios vibrarem, janelas gritarem, ossos tremerem dentro da carne. Pessoas acordaram com o coração disparado, algumas caindo da cama, outras correndo para as ruas sem entender.
Não era sirene.
Não era alerta comum.
Era voz.
Amplificada. Dominante. Inescapável.
Então ele falou.
Não pela mente.
Não pelo vínculo.
Em alto e bom som.
— ESCUTEM TODOS DE ASHBORNE