Sua Luna estava presa.
Não em correntes visíveis — mas em território inimigo, em um corpo que não era o dela, em um lugar onde cada respiração precisava ser calculada.
Tudo dentro dele gritou uma única verdade:
Ele só queria salvá-la. E ele salvaria.
E não haveria mundo, lei ou guerra que o impedisse.
Bryan estendeu o celular.
— Vou colocar na TV.
Benjamin já conectava. A tela gigante da sala se acendeu. A imagem surgia escura, granulada, instável — e ali, na tela, estava ela: o