Bryan não piscava.
Nem se lembrava de como respirar.
O ar ao redor parecia ter se tornado espesso, pesado — impregnado do cheiro dela, da música, do suor, do desejo.
Por dentro, ele queimava.
O peito subia e descia em um ritmo perigoso, descompassado.
Mia sentia tudo.
Através do vínculo.
Cada centelha do fogo que ele tentava conter.
Mika, dentro dela, ronronava como uma loba no cio. Selvagem. Faminta. Inteiramente rendida ao magnetismo do seu par.
Mas Mia não estava em transe.