Narrado por Gianluca
Eu a esperava no escritório desde que os seguranças me informaram que ela entrara num café no centro da vila. Sozinha. Sem Clara. Sem eles.
Para se encontra com... o meu avô.
A fúria crescia a cada minuto, alimentada pelo veneno da desconfiança que eu conhecia tão bem.
Quando a porta se abriu, levantei-me da cadeira. Lyandra entrou, o rosto pálido, os olhos arregalados. Ela sabia que eu já sabia.
— Onde você esteve?—minha voz saiu baixa, mortal.
Ela hesitou.
— Gianluca, eu