No sábado de manhã, como sempre, ela acordava cedo, não porque precisava. Mas gostava da paz da manhã, e ia correr no parque. Depois que calçava os tênis mais confortáveis e colocava fone, boné, se isolava do mundo. Apenas corria, por uns bons minutos, até se sentir exausta e longe o suficiente de tudo que a preocupava, às vezes as corridas duravam mais de 1h. Naquela manhã, era necessário, o parque parecia um borrão em volta dela, as pessoas e até os animais, nada importava. Só a batida da m