POV MARGO
Acordo assustada com o som estridente da campainha.
O despertador nem tinha tocado ainda e, pra ser sincera, mesmo se tivesse, duvido que eu tivesse forças pra levantar. Na noite anterior, Misa e eu viramos a madrugada juntos — e não foi exatamente jogando xadrez.
Me viro na cama e sorrio com a visão que tenho.
Ali, esparramado nos lençóis, com os cachos bagunçados, a respiração leve e os traços menos duros que o habitual, está meu caos preferido. Meu homem.
Levanto devagar, pego a ca