Eu devia afastá-lo. Devia dizer não.
Mas a raiva queima, e o desejo que ele sabe despertar em mim me destrava toda.
Minhas mãos já estão no pescoço dele, unhas marcando sua pele.
Ignoro que ele acabou de beijar minhas amigas.
Ignoro que July sorri, debochada, no canto.
Ignoro tudo. Me deixo levar.
A boca dele desce até meu pescoço, lenta, suja, certa. Eu mordo o lábio, contendo o gemido.
Meus músculos se contraem com cada chupada dele, e eu só penso em como seria se aquela língua descesse mais…