Voltei ao hospital no dia seguinte, como fizera em todos os outros. Fiquei no corredor, encostado na parede fria, ao lado do vidro, vendo o Matt lá dentro, de mãos dadas com ela, falando baixo. Os lábios da Margo se curvavam num meio sorriso cansado; de vez em quando, ele ria de algo que só eles sabiam. O bip dos monitores marcava um compasso quase doméstico, e o reflexo da luz no soro traçava um risco de prata até a agulha na mão dela. Deixei que esse quadro me doesse e, ao mesmo tempo, me ali