O ar some, depois volta com gosto de riso e susto.
— Eu… como… — a frase não termina, mas não precisa.
— Ainda não dá para cravar os sexos dos dois, mas… — Ele franze a testa, inclina a sonda, muda o plano. — Aqui, olha. Esse está mais colaborativo. Um menino.
Um menino. A palavra repousa dentro de mim como coisa antiga. Eu já o vejo miúdo, cabelo claro em cachos rebeldes, os olhos… não, paro antes de invocar sem querer fantasmas que não me fazem bem. Penso só no presente: dedos minúsculos, um