Saí da mesa antes mesmo que ele pudesse dizer mais alguma coisa, sentindo o sangue ferver nas veias e o coração bater tão forte que doía no peito.
Cada vez que ele abria a boca, era uma nova razão para querer socar aquela cara bonita e arrogante. Ele tinha o dom, o dom maldito, de me tirar do sério em menos de um segundo.
— Você vai aonde, companheira? — A voz grave dele veio logo atrás de mim, próxima, e ouvi o som das cadeiras sendo arrastadas. Ele vinha atrás. Claro que vinha. Não podia