CAPÍTULO OITENTA E UM — PRAZERES NOTURNO.
ELISA RIVER.
Não podia acreditar que ele era sonâmbulo. Eu nunca poderia imaginar isso de Victor.
Ele subiu em cima de mim e começou a me beijar. Pensei em lhe empurrar para longe. Mas lembrei das histórias — não pode acordar um sonâmbulo, nunca acordar, pode causar pânico, confusão. Então resolvi, me sacrificar pelo bem dele e deixar ser beijada.
Eu também não estava mais pensando direito, pois meu corpo traía qualquer lógica: os mamilos endureceram sob a blusa fina, roçando no tecido como se