CAPÍTULO DUZENTOS E SETE — EU QUERO MORRER.
VICTOR BALTIMOR.
Notei imediatamente a mudança nele. Foi sutil, mas clara. Seu corpo ficou mais rígido, seu olhar desviou. Aquilo me chamou a atenção. Continuei observando.
— As sessões estão me ajudando. Os remédios também. Não resolvem tudo, mas ajudam a lidar com o trauma.
Pablo permaneceu em silêncio. Agora eu tinha certeza. Olhei diretamente para ele e questionei.
— Você não está fazendo acompanhamento?
Ele respondeu rápido demais.
— Não.
Foi uma resposta seca, defensiva e imediata. Franzi