CAPÍTULO DUZENTOS E NOVENTA E TRÊS — ESPERANÇA.
ELISA RIVER.
Fiquei feliz em vê-la ali. Eleonor se aproximou e como sempre sua presença era acolhedora.
— Fui buscar alguma coisa para você comer quando acordasse. Não é nada muito gostoso. Sabe como é a comida do hospital. Mas precisa se alimentar para sair logo daqui. — Disse, sorrindo.
E colocou a bandeja sobre a mesa ao lado da cama.
— Você dormiu praticamente o dia todo… e não almoçou e nem jantou.
— Verdade. — concordou Ceci.
E então percebi uma coisa. Uma coisa simples, mas importante.