CAPÍTULO DUZENTOS E NOVENTA E QUATRO — NÃO PERDI NADA DURANTE A NOITE.
ELISA RIVER.
Despertei, mas mantive meus olhos fechados por alguns momentos. Enquanto ouvia tudo ao redor. O barulho do monitor cardíaco foi a primeira coisa que ouvi invadindo o silêncio do quarto.
Suspirei aliviada, por ainda ouvir e sem zumbido. Sempre que adormecia, rezava para acordar bem, ou do mesmo jeito que adormeci. Eu tinha a sensação de que dormiria e acordaria cega, surda e muda. Esse era meu maior terror sempre que fechava os olhos. Bem surda não estou, agora tenho que saber se ai