Entrei na igreja sentindo meu coração pesado, como se cada passo que eu desse aumentasse o peso da culpa sobre meus ombros. O cheiro de incenso me envolveu assim que atravessei as portas de madeira, e por um instante fechei os olhos, buscando um alívio que não veio.
Dirigi-me ao confessionário. Assim que me ajoelhei, senti minhas mãos trêmulas e minha respiração curta. Sabia o que precisava dizer, mas as palavras pareciam presas na garganta.
— Padre, eu preciso confessar.
Minha voz soou fraca,