Luiza
A brisa fresca da noite parecia um alívio temporário, mas a tensão em meu peito não diminuía. Kalil caminhava ao meu lado, seu olhar perdido em pensamentos, enquanto tentávamos nos afastar do caos que Helena havia trazido.
— Você está bem? — perguntei, preocupada. A expressão dele era uma mistura de frustração e confusão.
— Não sei. Aquela mulher... — Kalil balançou a cabeça, como se tentasse afastar as palavras. — Ela tem um jeito de me manipular que me deixa doente.
— E você não pode pe