Ingrid de Danielle
O toque gostoso e dolorido era na minha coxa; Denner apertava a minha carne com fervor. Só largava minha boca para chupar meu queixo, depois voltava a sugar meus lábios. Glória e Valentim nos esperavam; eu tinha que ser a racional e parar aquela pegação. Porque ele já tentava desabotoar o meu short a qualquer custo.
— Ei! Se acalma, homem. — Afastei minha cabeça, escapando do seu beijo lascivo.
— O que foi agora, Danielle?
— Meu nome é Ingrid. Estamos na garagem do prédio, su