ANGELINE HARRINGTON
Ainda estou assustada. O coração não para de bater descompassado, esperando uma represália que não vem. Falei coisas que jamais tinha ousado balbuciar nos meses em que fui prisioneira silenciosa dele. Mas não aguentei mais. Depois de ver aquela cena, de vê-lo coberto do sangue de outro homem, depois de ter me aberto a ele no quarto… a dualidade me esmagou.
Como pode o mesmo homem cujas mãos me tocaram com uma intensidade que beirava a adoração se transformar, em minutos, n