NIKOLAI VOLKOV
Saí para atender o celular, uma chamada urgente de um dos meus melhores rastreadores, Igor. A voz dele, sempre contida, vinha direta ao ponto.
— Pakhan. Mikhail foi visto em Tallinn. Usando um passaporte falso canadense. Está se movendo como quem sabe que está sendo caçado.
— Interessante — murmurei, os olhos perdidos na escuridão do jardim pela janela. — Mantenha a vigilância. Não se aproxime demais para que ele não perceba que está sendo vigiado. Quero saber com quem ele fala.