NIKOLAI VOLKOV
A noite estava quente e úmida, um contraste raro para o sul da Rússia. O cais era um labirinto de contêineres enferrujados e sombras traiçoeiras. O cheiro de sal e sangue se misturava no ar.
Era mais uma guerra. Mais uma batalha contra os remanescentes de Chernov.
Elizaveta Volkova estava à minha direita, seus olhos escuros brilhando com a fúria contida de quem já matou mais homens do que eu poderia contar. Dimitri cobria minha esquerda, sua postura sólida como uma fortaleza. Os