ANGELINE HARRINGTON
A força, uma estranha visitante, começava a voltar aos meus membros. O café da manhã substancial, a roupa quente, o simples ato de não tremer de frio — tudo isso era um tipo de combustível novo. E, mais crucial, a porta do meu quarto não estava mais trancada. Agnessa a deixara entreaberta, um gesto silencioso que poderia ser tanto um descuido calculado quanto uma concessão mínima. Não importava. Era uma brecha.
Vestida com as botas de feltro que protegiam do frio do piso