Aimee ainda estava deitada, o soro preso no braço e o olhar meio perdido entre o teto branco e a claridade suave da sala, pensava nos filhos que estavam em seu ventre. O som do monitor cardíaco preenchia o silêncio com aquele bip ritmado, Ryan, sentado ao lado, segurava firme a mão dela — os olhos marejados, a expressão misturada entre alívio e medo.
Ele respirou fundo antes de falar, a voz grave e baixa:
— Amor, sei que você ama esses bebês, mesmo não sendo seus e tendo inseminadas de uma form