Mundo ficciónIniciar sesiónAimée apagou a luz do quarto, mas o coração continuava em turbilhão. Deitou-se e, com as mãos entrelaçadas sobre o peito, fechou os olhos. Um suspiro profundo escapou e, então, ela murmurou:
— Papai... me mostra... me mostra o que é pra ser feito. O senhor aí no céu, cuidou de mim até os meus cinco anos... depois partiu. Mas eu sei que nunca deixou de olhar por mim. Papai, eu quero um amor igual ao teu e da mamãe. A mamãe nunca se casou depois que você se foi. Ela sempre disse que nã






