Philipe estava no quarto, já de banho tomado, cabelo levemente bagunçado e o olhar preso na porta. A mão direita descansava sobre a barriga, e a esquerda segurava a caixinha de veludo com o anel que escolhera horas antes.
Tudo estava pronto. A mesa do café da tarde posta com carinho pela governanta, o aroma de bolo de baunilha no ar, e o sol filtrando pelas janelas do apartamento com uma luz dourada que parecia pintar a esperança nos móveis.
Mas ela ainda não tinha