Mundo ficciónIniciar sesiónPhilippe respirou fundo, o maxilar um pouco travado. Estava ali, sentado em frente ao psiquiatra pela segunda vez, depois de três noites mal dormidas e um vazio que não sabia nomear.
— Doutor... — disse ele, fitando o chão antes de erguer os olhos. — O senhor me pediu pra narrar como são os sonhos. Eu vou tentar... Eu não sei explicar por quê, mas parecem tão reais... como se fossem lembranças.O psiquiatra fez um gesto leve com a cabeça, sinalizando para que ele prosseguiss






