Briana chegou em casa cansada, mas com o coração esperançoso. A cirurgia seria no dia seguinte e, pela primeira vez em muito tempo, ela sentia que havia uma chance real. Assim que entrou, os gêmeos vieram até ela, abraçaram-na rapidamente e disseram:
— Mamãe, nós vamos pro nosso quarto. O Gabriel tá esperando a gente.
Ela franziu a testa, já habituada àquela fala que, por mais frequente que fosse, ainda lhe deixava inquieta.
— Como assim, meu filho? Vocês