LAURA
Deveria fazer uma escolha, escolher morrer ou viver?
Os dias aqui passavam devagar, tudo era lento e monótono. Fui colocada sozinha em uma cela, mas sabia que não duraria muito.
— LAURA GRECO! - escutei alguém gritar.
Me aproximei e uma agente penitenciária estava com uma prancheta na mão e me encarava.
— Sim?
— Venha comigo, tem visita. - abriu a cela para que eu passasse.
Fiquei um pouco surpresa com isso.
No corredor várias presas me encaravam, algumas até apontavam para mim. Sabia que