MATTEO MANCINI
Dei um passo à frente, hesitante, e ela não recuou. Puxei-a para mim e a abracei, e aquele abraço foi diferente de tudo. Não era de posse, nem de desespero, mas de um alívio profundo, de dois corpos que se reconheciam depois de uma longa tempestade.
— Eu te amo, solzinho — sussurrei em seu cabelo, a respiração presa na garganta. — Mais do que tudo.
— Eu também te amo, meu Matteo.
O beijo começou suave, um toque de lábios que prometia mais do que o perdão, prometia um recomeç