Sam
A luz do fim da manhã atravessava suavemente as cortinas de linho do quarto, filtrando-se em um tom dourado sobre os lençóis impecavelmente estendidos. Samanta estava recostada sobre a cabeceira da cama, com várias almofadas apoiando suas costas e um cobertor leve envolvendo suas pernas. Usava um pijama de seda perolado, coberto pelo robe da mesma cor, e segurava uma xícara de chá de camomila que Alberto insistiu em preparar para ela.
Sam havia recebido alta naquela manhã, depois de horas d