Irina Hayes
Odiava quando subestimavam uma mulher bem-vestida.
Acreditavam que saltos altos, unhas perfeitas e cabelos impecáveis eram sinais de futilidade. Pobres tolos. Era justamente o contrário. Eu me vestia como uma mulher que já venceu, porque era uma mulher que aprendeu a controlar o jogo — mesmo quando o tabuleiro tentava se virar contra mim.
E no centro desse tabuleiro, por mais irônico que parecesse, estava ela: Stella.
A filha da falecida esposa do meu marido. A garotinha órfã de mã