Enquanto esperava pela minha reação, a mente de San-jin trabalhava em um silêncio tenso:
“Eu preciso ver se essa mulher está realmente disposta a tudo. Se ela vai recuar ou encarar o perigo de frente... Porque ela é a minha única saída.”
Olhei para o balcão, para o funcionário que esperava impaciente, e depois apertei a chave na minha mão com ainda mais força, deixando o metal marcar a minha pele. Os meus olhos eram a confirmação que ele buscava; não havia medo ali, apenas fome de justiça.
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