O cartório em Pune era um prédio antigo e abafado, com ventiladores de teto que mal moviam o ar pesado. Asha nos esperava do lado de fora, observando com olhos atentos o movimento da estrada e do carro suspeito que parecia estar nos seguindo. San-jin mantinha-se o tempo todo colado a mim, olhando para trás a cada poucos segundos; ele tinha a nítida intuição de que estávamos sendo vigiados.
— Estamos sendo observados? — sussurreu bem baixinho, sentindo o perfume amadeirado dele misturado com o s