Helena acordou com Caio parado ao lado da cama.
Por um segundo, não entendeu o que estava vendo, o quarto estava escuro, iluminado apenas pela luz fraca que entrava pelas cortinas, e ele usava roupas pretas, simples, sem toda aquela pompa de alfa ou homem de negocios que ela geralmente via. Parecia um homem fugindo da própria casa. Helena sentou depressa, puxando o lençol sobre o corpo por instinto, ainda sonolenta, enquanto a marca no pulso esquentava com a proximidade dele.
— Que merda você e