O hospital da alcateia estava silencioso, Caio entrou pela porta principal com André logo atrás, sentindo o cheiro de sangue antes mesmo de ver o corpo. O sentinela estava deitado sobre uma maca de aço, coberto até o peito por um lençol branco, o rosto pálido e os cabelos ainda sujos de terra. Era jovem, Caio lembrava do nome, das patrulhas feitas na fronteira, da companheira que sempre o esperava no refeitório depois dos turnos noturnos. Agora ele estava ali, imóvel, enquanto a médica retirava