O Alfa Zane estava perdido em pensamentos em seus aposentos fracamente iluminados, as velas tremeluzentes lançando sombras longas nas paredes. O pergaminho, entregue por um de seus guardas, estava firmemente apertado em sua mão, os nós dos dedos brancos.
— Como pude rejeitar Maya e escolher a irmã dela? — perguntou-se. — Maya é fraca, mas trabalhadora. Zara, por outro lado, é atrevida e também a mulher mais forte da matilha — murmurou.
Ele tentou repassar os acontecimentos que o levaram àquela