A preparação foi rápida.
Sem cerimônia.
Sem margem para erro.
No centro da casa principal, Malrik desenhava símbolos antigos no chão — não para invocar, mas para ancorar.
— Isso não vai abrir a porta — disse ele.
— Vai garantir que vocês tenham um caminho de volta.
Nyra assentiu.
Seu olhar estava distante.
Não de medo.
Mas de foco absoluto.
Ela já sentia.
A porta.
Não como um objeto.
Mas como um ponto de tensão.
Um lugar onde a mente deixava de ser apenas dela…
E se tornava algo compartilhado.