POV: AIRYS
Ele abriu lentamente a palma, revelando os cortes profundos. Suspirei, tocada pela ferida, mas ainda mais pelo que ela representava. Me inclinei sobre sua mão, selando os lábios contra o machucado, e então encostei meu rosto ali, absorvendo o cheiro quente e marcante de seu sangue. Havia algo adocicado nele. Algo estranho e viciante que provocou um novo arrepio em mim.
— Hunf... você é mesmo fascinante. — Ele murmurou, rouco, como se aquilo tivesse escapado sem controle.
Ergui o rost