Na manhã seguinte, na cela em que estava detida, Karen já beirava a loucura enquanto andava de um lado para o outro.
De tempos em tempos, ela gritava:
— Isso não é justo! Me tirem dessa droga! Eu não deveria estar aqui! É uma injustiça absurda, eu juro que não fiz nada!
Naquele momento, ela dividia a cela com outras duas mulheres, o que a enojava profundamente, já que se via obrigada a compartilhar o espaço com criminosas de verdade.
— Querida, cala essa boca, ou eu mesma vou calar para você. —