Thalassa se sentou na dura cadeira de plástico encostada à parede da UTI onde Rita estava internada, com as mãos fortemente entrelaçadas no colo. O cheiro estéril de desinfetante enchia suas narinas, mas ela já mal percebia isso, pois sua atenção estava toda voltada para a figura frágil deitada na cama.
Rita estava cercada por máquinas: um monitor cardíaco que apitava de modo constante, um soro que alimentava o corpo enfraquecido e uma cânula nasal que levava oxigênio por tubos finos até o rosto