— Feche os olhos — o lycan ordena, a voz baixa, grave, mas impregnada de autoridade natural. Ele não grita. Não precisa.
— Quantas meninas como eu você já comprou, detetive?
Celina cospe a última palavra como se fosse veneno em sua boca, a voz carregada de dor disfarçada de desdém.
Dante a encara, surpreso. A provocação não é aleatória — é uma acusação. Uma ferida.
Ele se inclina um pouco para trás, tentando entender.
— O oque você...
— Eu conheço bem o tipo de homem que se esconde atrás de um