— Soltem ela! — A voz de Celina ecoa com firmeza, cortando o ar tenso.
Os dois agentes que tentam conter a mulher hesitam por um instante. A loira furiosa à porta do prédio se debate como uma tempestade em miniatura, os olhos vermelhos, os cabelos presos de qualquer jeito e a voz carregada de desespero. Ao ouvir Celina, ela para. Os olhos se arregalam e, por um segundo, o mundo parece desacelerar.
— Cê... Celi? — Juli murmura, a voz falhando entre o alívio e o choque.
Celina mal tem tempo de re