Estou deitada na cama, meu corpo está fraco, sinto dores no tornozelo que está preso, na garganta depois de tanto gritar e dor de cabeça, não sei quanto tempo estou aqui, mas parece uma eternidade. Seguro meu pingente e as lágrimas escorrem dos meus olhos sem que eu possa pará-las, estou com fome, não como desde que saí de casa para trabalhar, mas tudo que consigo pensar é na minha filha. Não sei onde ela está ou se está bem, nem ao menos sei se vou voltar a vê-la. Tenho medo de que ninguém me